Estudantes felizes em Portugal

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O que dizem os Estudantes

  • Estudar SAÚDE no Politécnico do Porto

    Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto

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  • Joana Pinto / Fisioterapia

    Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Vila Nova de Gaia

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  • Francisca Mendes / Fisioterapia

    Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Vila Nova de Gaia

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  • Dinis Maia / Enfermagem

    Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Vila Nova de Gaia

    Dinis Maia foi aluno de Enfermagem, no Instituto Piaget de V.N. Gaia. Atualmente, trabalha como enfermeiro no serviço de Ortopedia, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho. Foi no Instituto Piaget que conseguiu as competências que o faz ser é um profissional de sucesso na sua área. 

     

    Quando decidiu frequentar um curso superior o que esteve na base da sua escolha? 

    «Sempre gostei de ajudar as pessoas mais debilitadas, e por isso decidi envergar pelo curso de enfermagem. Esta licenciatura permitiu-me fazê-lo de uma forma tecnicamente desenvolvida.»

     

    E por que optou pelo Instituto Piaget para o fazer?

    «Optei pelo Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia , não só por ser pioneiro na região, como também pelas boas referências que me facultaram a nível de docentes. Para além disso, os colegas do Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros incentivam-me a escolher esta instituição.»

     

    Que vantagens teve em tirar o curso nesta Instituição? Teve algum constrangimentos?

    «Durante a licenciatura, o Instituto Piaget proporcionou-me estágios em locais muito conceituados, e de acordo com as minhas escolhas.»

    Os constrangimentos foram os que geralmente uma licenciatura acarreta, como um orientador mais exigente, ou até um colega com uma personalidade diferente da nossa. Nada de anormal, para uma licenciatura. 

    Após terminar o curso fiquei colocado no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/ Espinho/EPE. Trabalho no serviço de Ortopedia 5 há nove anos.»

     

    Que mensagem gostava de deixar aos nossos alunos da Licenciatura em Enfermagem? E aos alunos que optam agora pelo Ensino Superior?

    «Um enfermeiro vale-se pelos princípios pelo qual o próprio se rege. Por isso, tenho como objetivo ser um elemento que se adapta à equipa multidisciplinar, para que tudo funcione pela positiva. 

    Já tive o prazer de orientar alunos da instituição no serviço de Ortopedia e de realizar Workshops de Ortopedia na instituição. Sendo assim, cito uma frase que me foi muitas vezes proferida no Instituto Piaget para todos os alunos: “Temos de saber ser, saber estar e saber fazer”.»

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  • José Escudeiro / Fisioterapia

    Escola Superior de Saúde Jean Piaget em Silves

    O Fisioterapeuta José Escudeiro, natural de Lisboa, licenciou-se pela Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve em 2009. Após algumas experiências profissionais em Portugal, decidiu investir numa carreira em Londres. 

     

    Como é que foi a sua entrada no mercado de trabalho?

    «Ainda antes de terminar a Licenciatura e olhando a escassez de oportunidades no mercado de trabalho, fui confrontado com questões em relação ao futuro, para as quais não tinha resposta. Com os conhecimentos adquiridos a fresco e as ideias pouco clarificadas após terminado a Licenciatura, tive a oportunidade de iniciar a carreira e entrar em contacto com o mundo do trabalho. Um projeto próprio com um colega e um contrato numa instituição público-privada deu-me a possibilidade de viver os primeiros dias da minha carreira com duas realidades diferentes.»

     

    Investiu numa carreira no estrangeiro. Porquê essa aposta?

    «Desde logo me fui apercebendo de que a transposição dos conteúdos programáticos assimilados na escola e a aplicação dos mesmos junto dos pacientes seriam duas situações longínquas, as quais remetiam para uma adaptação rápida ao mercado de trabalho, sendo que o espaço de manobra ao raciocínio clinico seria limitado e muitas vezes questionado. Não faria sentido que aqueles quatro anos de estudo fossem colocados em causa e quase dissipados por questões burocráticas ou por questões financeiras remetendo sempre o paciente para última instância. Deste modo, constatei que a profissão se encontrava num paradoxo entre a constante guerra entre colegas de profissão e entre outros profissionais de saúde o que contribuía para o descrédito da mesma perante os olhos da sociedade. Ao não me rever neste contexto, e por acreditar que poderia existir uma outra escolha a tomar, mesmo tendo que abdicar de todo o conforto do nosso país, decidi por isso apostar numa carreira no estrangeiro.»

     

    O curso superior (Fisioterapia) que tirou no Instituto Piaget (ESSP de Algarve) deu-lhe os conhecimentos necessários para ingressar e afirmar-se no mercado de trabalho?

    «Sim. O curso de Fisioterapia lecionado nesta Instituição foi devidamente estruturado e conduzido de forma a proporcionar aos seus alunos todo o conhecimento necessário para ingressarem no mercado de trabalho, de forma confiante. Em grande parte, o sucesso alcançado hoje em dia pelos alunos deve-se à forma notória como os docentes da ESSP de Algarve os guiaram durante os 4 anos de licenciatura, procurando transmitir com rigor e caráter, todo o conhecimento científico-prático.

    Numa perspetiva pessoal e como já manifestado anteriormente perante alguns docentes da escola, sinto que os conhecimentos transmitidos são coerentes com a realidade da profissão, os quais me permitem hoje em dia exercer a nossa profissão num país estrangeiro. Neste âmbito gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos os docentes da licenciatura de Fisioterapia que contribuíram para o meu desenvolvimento pessoal e profissional.»

     

    Para os seus colegas que pretendam investir numa carreira no estrangeiro, quais seriam os seus conselhos?

    «Acredito que existe um enorme potencial em cada um de nós para investir numa carreira no estrangeiro. Tendo em conta os obstáculos que cada um encontra no seu caminho, acredito que estes estão diretamente relacionados com o nível de ambição desejado, sendo que, qualquer tipo de conselho deverá ser visto numa perspetiva experiencial. Considero importante levar na bagagem muita determinação, persistência, empenho e humildade.

    Um elevado grau de determinação e persistência é muito importante, pois diversos obstáculos irão surgir no dia-a-dia, que facilmente podem levar à exaustão e a um cenário de desistência. Muito empenho a cada passo dado, pois cada oportunidade deverá ser encarada como se da mais importante se tratasse. Humildade suficiente para compreender que estando num país estrangeiro, e por muito que acreditemos e defendemos os nossos ideais e conhecimentos, torna-se quase obrigatório adotar uma postura de mente aberta e de escuta ativa.»

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  • David Alves / Fisioterapia

    Escola Superior de Saúde Jean Piaget em Silves

    O Fisioterapeuta David Alves, natural de Lisboa, licenciou-se pela Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve em 2009.

     

    Qual é a sua situação profissional?

    «Atualmente exerço funções como Fisioterapeuta no Centro de Medicina de Reabilitação do Sul (CMR Sul) e no Hospital Particular do Algarve (Grupo HPA Saúde).»

     

    A formação que teve no Instituto Piaget preparou-o para o mercado de trabalho?

    «Sem dúvida, sinto que a formação académica que obtive ao longo dos anos de curso bem como os estágios curriculares desde o primeiro ano até ao último facultaram-me o conhecimento técnico e científico para a prática diária como Fisioterapeuta. De salientar que foi sempre uma formação baseada na evidência e só foi possível graças ao excelente corpo docente que sempre existiu até aos dias de hoje.»

     

    Descreva o seu percurso profissional.  

    «Durante o último ano de licenciatura inicie o meu percurso profissional enquanto Fisioterapeuta num clube desportivo, sendo esse, o meu primeiro contacto enquanto profissional. Após terminar a licenciatura iniciei colaboração com uma clínica privada na área dos acidentes de trabalho e posteriormente numa outra clinica com acordo com o sistema nacional de saúde. Anos depois, comecei a colaborar com o Centro de Medicina de Reabilitação do Sul (CMR Sul) onde me mantenho atualmente, e há cerca de um ano atrás em simultâneo com o Hospital Particular do Algarve (Grupo HPA Saúde).»

     

    Que conselho gostaria de partilhar com os atuais estudantes de Fisioterapia?

    «Gostaria de lhes dizer que devem aproveitar todo o percurso académico para obterem o máximo conhecimento possível, quer seja através dos Ensinos Clínicos, quer como na participação em Jornadas, Congressos, Conferências, etc. Isto porque os profissionais que serão um dia começa no primeiro dia de aulas. Sejam determinados, que procurem e busquem sempre os vossos objetivos profissionais e que sonhem porque conseguirão.»

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  • Susana Piegas / Osteopatia Infantil

    Atlântica University Higher Institution

    «Em Portugal, a Osteopatia Infantil encontra se em plena afirmação e vem ganhando crescente notoriedade. Prova disso, num projeto pioneiro, a Universidade Atlântica criou e está a desenvolver a Clinica Universitária Atlântica. Trata se de um espaço de promoção de cuidados de saúde com as valências de Fisioterapia, Nutrição, Osteopatia (adultos e infantil) e Psicologia. Este projeto, orientado para dar resposta às necessidades da população em geral, serve também a comunidade universitária e tem como objetivo criar um acompanhamento e registo sistematizado dos pacientes das várias especialidades, incluindo, naturalmente, os bebés e crianças da osteopatia infantil. Com a criação desta plataforma de conhecimento integrado e multidisciplinar, a Universidade procura também criar condições para que, a partir da publicação de artigos de validade científica, a importância da osteopatia possa ser cada vez mais reconhecida.A criação desta área na Atlântica deve-se a Raúl Guzmán, Coordenador da Pós-Graduação em Osteopatia Infantil da Atlântica, Chefe de Serviço de Osteopatia na Clínica VASS, em Madrid, responsável da Unidade de Osteopatia Gestacional no Hospital Universitário Quirón San José e Presidente de la AsociaciónEuropea de Profesionales de la Osteopatía.»

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  • Paulo Santos / Medicina do Doente Crítico

    Atlântica University Higher Institution

    «A Pós-Graduação Avançado do Doente Crítico, devido à abrangência nas áreas que aborda e à forma prática como expõe os temas, é obrigatória para qualquer profissional de saúde que trabalhe em medicina de urgência.»

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  • Mónica Mendes / Enfermagem

    Atlântica University Higher Institution

    «Atualmente sou Enfermeira no Cambridge University Trust, Addenbrooke’s Hospital. Estou no Serviço J2: Major Trauma Centre, dedicado essencialmente à reabilitação de doentes de pós-operatório neurocirúrgico e politraumatizados. Após terminar o curso de Enfermagem, em 2005, estive cerca de 7 anos no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa. Excelente equipa, onde pude aprender um pouco de tudo. Fui convidada depois para mudar-me para o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, onde fui Chefe de Equipa, no Servico Médico-Cirúrgico. Foi interessante porque era um modelo de gestão diferente e um projeto ambicioso. Por la fiquei até finais de 2014 quando resolvi emigrar e procurar novos desafios. Foi a minha escola para toda a formação universitária. Fiz parte do primeiro Curso de Licenciatura em Enfermagem. Desbravámos terreno e provámos que o ensino que recebemos era de excelência. Por ter despertado interesse também pela gestão, fiz a pós-graduação em Gestão e Liderança de Serviços de Saúde. Mais recentemente, fiz o Curso de Especialização em Enfermagem de Reabilitação. Devo à Atlântica todo o meu percurso académico que me possibilitou alargar horizontes e chegar com sucesso atá onde estou hoje.»

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  • Rui Silva / Enfermagem

    Atlântica University Higher Institution

    «Atualmente sou consultor na Glintt, uma empresa que desenvolve soluções na área dos sistemas de saúde e que é líder de mercado em Portugal, quer no setor de saúde privado, quer no público. De uma forma geral faço testes a aplicações de Enfermagem, médicas e de farmácia, presto formação e apoio aos utilizadores e desenvolvo soluções acessíveis e práticas. Nesta fase integro uma equipa de implementação de uma aplicação de registos médicos no Hospital de Santa Maria.»

     

    Breve descrição do percurso profissional:

    «Comecei em 2010, poucas semanas após ter terminado a licenciatura em Enfermagem na Atlântica, no serviço de Urgência Geral do Hospital Fernando Fonseca, onde me mantive até Dezembro de 2015. Durante este período acumulei funções em vários locais: Casa de Saúde do Telhal, Saúde 24, Segurhigiene – Segurança e Saúde no Trabalho, Internamento do Hospital Beatriz Ângelo e Atendimento Permanente do Hospital Cuf de Cascais.Tive ainda oportunidade de ser preletor no Seminário da Pós Graduação de Enfermagem no Desporto da Universidade São Francisco das Misericórdias, onde apresentei o trabalho final de curso “O Enfermeiro no Desporto – Prevenção e Tratamento de Lesões Desportivas”.»

     

    Que contributo teve a Atlântica para a sua formação profissional e pessoal?

    «A Atlântica além de me ter ajudado a formar como Enfermeiro e Homem, deixou em mim uma profunda responsabilidade de perseguir a excelência, ser mais e melhor profissional, sempre exigente na prestação dos cuidados. Incutiu-me o respeito pela profissão e deu-me as ferramentas para nunca defraudar o profissional e a Enfermagem. Ensinou-me a ver e a querer mostrar o Enfermeiro de qualidade, independente e interdependente.  A Atlântica levou-me a buscar continuamente a formação.»

     

    Que memórias recorda da sua passagem pela Atlântica?

    «Não caberiam nesta coluna…Para além de ter sido o local onde conheci a minha esposa e mãe do meu filho, foi um campus onde construí imensas amizades. Nunca poderei esquecer o Pátio do Sol, a D. Luzia, as caras conhecidas a cada canto, a proximidade entre alunos e professores, os Encontros Nacionais de Estudantes de Enfermagem, a recepção aos caloiros, a convivência entre alunos dos vários cursos, o Núcleo de Estudantes de Enfermagem, a Associação Académica de Estudantes, os antigos alunos, os novos alunos, as referências profissionais que ainda hoje o são…»

     

    Quais os pontos fortes que destaca na instituição?

    «A instituição faz da proximidade com os alunos o seu ponto mais forte. O corpo docente conhece os seus alunos, sabe os seus nomes e tem uma preocupação permanente em garantir que estes possuem os melhores recursos para almejar o sucesso. Para além de permitir um vasto leque de experiências de contacto com a vida profissional (que faz corar de vergonha muitas instituições académicas de reputação nacional) a Atlântica responsabiliza o aluno no seu percurso académico e na necessidade de procurar continuamente novas formações, experiências e ensinos.»

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  • Ana Rita Sempiterno / Enfermagem

    Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias

     «Ser Enfermeira é ser Especial. Obrigada pelos valores transmitidos ao longo destes quatro anos inesquecíveis.»

    (18º Curso de Licenciatura em Enfermagem - Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias)

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